quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Olhos
Em seus olhos tão certos, espertos me perdi. Encontros e desencontros que os meus olhos entregam a mim. Passa o tempo mas do seu verde não esqueci. Bem distante, como a lua a mim. Mas está dentro, onde mora o coração. Devaneios da razão. Uma noite sem perdão cuja busca pelo olhar, incessante singular, veio a mim pelo acaso, um abraço meio dado. A razão se subverte. Em ti meus olhos perdem o sentido do pensar. Meus lábios não esquecem o beijo bem dado, abraço apertado. A noite aquela canção ficou guardada. Um filme mudo ficou gravado. O filme preto e branco ficou na memória. E aqueles momentos viraram estória.
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