Verteu-se uma cor, a cor da dor e há de se sentir com pulsos e impulsos ao som do sol maior, fortes melodias que resguardam os beijos que estão no teu interior como baús de tesouros do oceano pacífico. Toda hora penso em você. As palavras de amor estão aqui. A noite procuro-te e te encontro na moldura. Venha menina pequena, não deixe este amor sucumbir. A escuridão cresce e a vastidão inunda-me. Quero-te menina. Escrevi nas folhas velhas, rascunhos, quero ser-te, escrever-te nas minhas linhas, falar aos quatro ventos, fugir de todos os lamentos, minha menina pequena...
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Menina pequena
Andando pelas ruas vejo os outdoors que tem uma imagem peculiar. A sua imagem. Linda como um farol em meio a vastidão do mar. E reflito sobre a vontade que eu tenho de sentir teu cheiro como da primeira vez que meus olhos encontraram os teus. Doce menina, de vestido cujas flores desenham as doces curvas que tens. Voz serena, menina pequena. Vastidão em meio à escuridão que reflete às estrelas do céu. Garotinha de olhos castanhos, não fuja do amor. O amor, forte como o ódio, há de cintilar pelas batidas torrentes de teu coração.
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